Dr. Fayez Bahamad Jr

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Reabilitação Pós Implante Coclear

 

Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia

SERVIÇOS OFERECIDOS

REABILITAÇÃO PÓS IMPLANTE COCLEAR

 

 


O Implante Coclear é visto como a única opção aos portadores de deficiência auditiva neurossensorial profunda, para os quais o ganho do AASI não é suficiente para compreensão dos sons da fala, ou mesmo que escutando alguns sons, essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.

 

O funcionamento do implante coclear é diferente do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI).

 

O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da cóclea, possibilitando ao usuário a capacidade de perceber o som.

 

O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta tecnologia, também conhecido como ouvido biônico, que permite a transmissão do sinal elétrico ao nervo auditivo, com o objetivo de ser decodificado pelo córtex cerebral e proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico.

 

O sistema completo do IC é composto por uma parte externa e outra interna. A parte externa é constituída por um microfone um microprocessador de fala e um transmissor. A parte interna possui um receptor e estimulador, um eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular, através desses eletrodos implantados dentro da cóclea, o nervo auditivo que, por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons.

 

O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas, mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células.

 

 

(Re)Habilitação

 

A habilitação ou reabilitação auditiva, em usuários de Implante Coclear (IC), têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrer, com o máximo resultado satisfatório, o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas, para assim, possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo.

 

Para que se possa alcançar o objetivo proposto, são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente, para assim, maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC.

 

A terapia fonoaudiológica deve ser, preferencialmente, realizada em sessões individuais, com freqüência de duas a três sessões por semana.

O planejamento terapêutico é realizado de acordo com as necessidades do indivíduo em questão, ou seja, uma conduta nunca é igual a outra.

 

É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional.

 

Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante, desde a avaliação audiológica, terapia fonoaudiológica e a cirurgia para o IC. Estes profissionais são: Otorrinolaringologistas, Fonoaudiólogos, Psicólogos e Assistentes Sociais.

 

Por isso a reabilitação fonoterápica pós implante coclear é crucial para o bom desenvovimento da criança ou adulto usuário de implante coclear.

 

 

 

 

Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na Criança

INSTITUTO BRASILIENSE DE OTORRINOLARINGOLOGIA

 

SERVIÇOS OFERECIDOS

Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na criança

 

Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na criança

O que é o teste?
Trata-se de um dos procedimentos objetivos (não depende da resposta da criança) utilizados para avaliar a capacidade auditiva em crianças, é rápido, indolor, não é invasivo.
Sua finalidade:
Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea e avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOE/DP) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras ou também ocorre a possibilidade de uma alteração de grau leve a moderado.

 

Caso as EOE/DP estejam presentes em uma criança que tem as EOE/TE ausentes, existe a probabilidade que essa criança tenha uma perda auditiva leve a moderada.

 

Quando as EOE/DP estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso. Nesse caso serão necessários outros exames para esclarecer o grau da capacidade auditiva.
 

Como é realizado?
Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha da criança através de um minúsculo fone inserido na orelha.
Requisitos para realizar o exame: 
A criança deve estar quieta, de preferência dormindo.

Indicações:

  • Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
  • Triagem em maternidades e creches.
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo (retrococleares).
  • Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.
  • Avaliação da audição em crianças "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos.

 

 

BERA - Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico

INSTITUTO BRASILIENSE DE OTORRINOLARINGOLOGIA

 

SERVIÇOS OFERECIDOS

BERA - Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico


O que é o teste?
Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) e avalia a integridade funcional das vias auditivas nervosas (nervo auditivo) desde a orelha interna até o córtex cerebral. O exame é indolor e não invasivo.



Sua finalidade:

  • Determinar se existe ou não perda auditiva e precisar seu tipo e grau.
  • Estimar se a perda auditiva detectada na audiometria tonal é decorrente de uma lesão na cóclea, no nervo auditivo ou no tronco encefálico.
  • Pesquisar integridade funcional nas vias auditivas do tronco encefálico.


 

 

 

 

 

 

Como é realizado?

 

  • A pele atrás das orelhas e na testa é limpa com pasta abrasiva e são fixados eletrodos (com uma fita adesiva antialérgica) nestes locais e ainda são colocados fones.
  • O paciente fica deitado, o mais tranqüilo e relaxado possível, com os olhos suavemente fechados e recebe estímulo sonoro através dos fones.
  • Sempre que o nervo auditivo e as estruturas do tronco encefálico forem ativados pelo estímulo sonoro, é gerada uma quantidade mínima de eletricidade que é captada pelos eletrodos, registrada no equipamento e interpretada pelo examinador.


Requisitos para realizar o exame:

  • O paciente deve estar deitado, o mais imóvel possível (para que não haja interferência no traçado do exame).


Na criança:

 

 


A criança deverá estar dormindo, pois qualquer movimento interfere na resposta elétrica e inviabiliza sua interpretação.

Indicações:

  • Diagnóstico precoce da perda auditiva na criança de qualquer idade, ou mesmo adultos, pessoas nas quais não tenha sido possível realizar uma testagem subjetiva confiável.
  • Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de hiperbilirrubinemia neonatal.
  • Queixa de zumbido.
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
  • Detecção de tumores do nervo auditivo.
  • Nas afecções como: esclerose em placas, leucodistrofias, doença de Alzheimer e tumores intracranianos da fossa posterior.
  • Confirmação e monitoramento nos limiares da audiometria tonal das perdas induzidas por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).
  • Monitorização de cirurgia da fossa craniana.
  • Monitorização em pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI), em coma ou sedados, com o objetivo de avaliar o prognóstico do paciente e também como auxiliar do diagnóstico da morte cerebral (principalmente em pacientes doadores de órgãos).
  • Avaliação da audição em crianças e adultos "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

 

 

Eletrococleografia

O que é o teste?
Exame relativamente simples, rápido e extremamente confiável na avaliação objetiva da função auditiva, além do funcionamento normal ou não da orelha interna.

Sua finalidade:
Avaliar a função coclear de maneira objetiva.

Como é realizado?
Uma pequena sonda (eletrodo) é introduzida no canal auditivo externo do paciente para se estimular a orelha interna e se obter uma resposta na forma de onda de latência curta.

Requisitos para realizar o exame:
O paciente deve permanecer quieto durante o exame que é de rápida realização. Caso seja necessário, pode-se proceder à sedação em ambiente hospitalar.

Indicações:

Atualmente, sua indicação principal é o diagnóstico e monitoramento da doença de Meniere.

 

Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (ou Transitórias) e por Produto de Distorção no adulto

Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (ou Transitórias) e por Produto de Distorção no adulto

O que é o teste?
Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) utilizado para avaliar o funcionamento da orelha interna, é rápido, indolor, não é invasivo.

Sua finalidade:

  • Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea e avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOE/DP) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras ou também ocorre a possibilidade de uma alteração de grau leve a moderado. Caso as EOE/DP estejam presentes em um indivíduo que tem as Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes ausentes, é muito provável que esse indivíduo tenha uma perda auditiva leve a moderada. Quando as EOE/DP estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso.
  • As alterações diagnosticadas nesse exame podem estar presentes mesmo em indivíduos que apresentam audiometria tonal normal.
  • Como é realizado?
  • Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha, através de um minúsculo fone.
  • Requisitos para realizar o exame:
  • O paciente deve estar quieto e não falar durante o exame.


Indicações:

  • Diagnóstico precoce de disfunção coclear, principalmente quando o paciente tem uma audiometria tonal normal.
  • Queixa de zumbido.
  • Tratamento com drogas que causem perda auditiva (alguns medicamentos utilizados em quimioterapia, hipertensão arterial, antibióticos do grupo dos aninoglicosídeos e outros).
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
  • Prevenção das deficiências auditivas induzidas por ruído.
  • Monitorização de cirurgia de orelha interna.
  • Prognóstico evolutivo da hidropisia endolinfática ou na doença de Menière.
Avaliação da audição em pacientes "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

 

Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na criança

Emissões Otoacústicas por Produto de Distorção na criança

O que é o teste?
Trata-se de um dos procedimentos objetivos (não depende da resposta da criança) utilizados para avaliar a capacidade auditiva em crianças, é rápido, indolor, não é invasivo.
Sua finalidade:
Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea e avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOE/DP) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras ou também ocorre a possibilidade de uma alteração de grau leve a moderado.

Caso as EOE/DP estejam presentes em uma criança que tem as EOE/TE ausentes, existe a probabilidade que essa criança tenha uma perda auditiva leve a moderada.

Quando as EOE/DP estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso. Nesse caso serão necessários outros exames para esclarecer o grau da capacidade auditiva.

Como é realizado?
Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha da criança através de um minúsculo fone inserido na orelha.
Requisitos para realizar o exame: 
A criança deve estar quieta, de preferência dormindo.

Indicações:

  • Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
  • Triagem em maternidades e creches.
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo (retrococleares).
  • Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.
Avaliação da audição em crianças "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos.

 

Emissões Otoacústicas Transientes na criança

Emissões Otoacústicas Transientes (ou Transitórias) na criança ou Teste da Orelhinha

O que é o teste?
Trata-se de um dos procedimentos objetivos (não depende da resposta da criança) utilizados para avaliar a capacidade auditiva, é rápido, indolor, não é invasivo.

Sua finalidade:
Verificar a integridade das células ciliadas externas da cóclea, avaliar o funcionamento da orelha interna. Quando as Emissões Otoacústicas Evocadas Transientes (EOE/TE) estão presentes pode-se afirmar que as orelhas médias e internas estão íntegras, mas quando estão ausentes, o resultado é inconclusivo, pois muitos motivos podem levar a isso. Nesse caso serão necessários outros exames para esclarecer o grau da capacidade auditiva.

Como é realizado?
Um aparelho estimula com uma combinação de sons puros a orelha da criança através de um minúsculo fone inserido na orelha.

Requisitos para realizar o exame:
A criança deve estar quieta, de preferência dormindo.

Indicações:

  • Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
  • Triagem em maternidades e creches.
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo (retrococleares).
  • Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.
  • Avaliação da audição em crianças "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos.

 

Exame otoneurológico computadorizado

Exame otoneurológico computadorizado (exame do labirinto com estimulação a ar) - exame que serve para se avaliar a função do labirinto.

Ao se estimular de várias formas o labirinto, um sistema computadorizado registra a resposta do paciente e, de forma objetiva (sem depender da vontade do paciente) pode-se saber se a pessoa tem ou não alguma doença no labirinto. Ao se utilizar o ar (e não a água) como um dos estímulos, tem-se a vantagem de ser mais cômodo, além de se poder fazer em pacientes com doenças inflamatórias da orelha e até mesmo em quem tem perfuração da membrana timpânica.

 

Audiometria Ocupacional Imitanciometria

O que é o teste?

Esse exame é rápido, objetivo, de fácil execução, indolor e oferece dados importantes no diagnóstico clínico. Pode ser divido em três etapas: timpanometria, compliância e pesquisa do reflexo estapédico. Geralmente é realizado em conjunto com a audiometria. Também conhecido como Impedanciometria.

Sua finalidade:

Avaliar o funcionamento da orelha média (membrana timpânica, ossículos, etc.).

Como é realizado?

Através de um minúsculo fone inserido superficialmente no canal auditivo é possível obter informações sobre a mobilidade da membrana timpânica e as condições funcionais da orelha média.

Requisitos para realizar o exame:

O paciente deve ficar quieto, não se mexer e não falar durante o teste.

Indicações:

  • Confirmar a coerência com a audiometria tonal.
  • Controle de tratamento da otite média (orelha com presença de secreção).
  • Exame de rotina no pré e pós-cirúrgico da orelha média.
  • Avaliar o local lesado em casos de paralisia do nervo facial.
  • Pacientes portadores de quadro vertiginoso.
  • Pode ser realizado em qualquer idade (inclusive em recém nascidos).
  • Diagnóstico diferencial da Alteração Temporária de Limiar Auditivo (ATLA).
  • Rastreamento e evolução da PAINPSE.

 

Polissonografia Basal

Trata-se de um exame utilizado para se diagnosticar vários distúrbios do sono.

O paciente dorme uma noite inteira com sensores colocados na superfície do corpo, com a finalidade de se saber quando se está acordado ou dormindo, em que estágio de sono se encontra, como está a atividade do coração, se ocorre diminuição da respiração (hipopnéia) ou mesmo parada da respiração (apnéia) durante o sono, como está a saturação de oxigênio no sangue durante o sono, dentre outras variáveis.

Neste exame não se utilizam agulhas, injeções, sondas invasivas ou qualquer material que cause dor.

 

Polissonografia para titulação de CPAP

Semelhante à polissonografia basal, neste caso, o paciente dorme com uma máscara na face que é ligada a um aparelho que gera pressão positiva nas vias respiratórias e conforme haja a necessidade, vai-se aumentando a pressão oferecida até não ocorrer mais os seguintes eventos durante o sono: ronco, apneia, hipopneia, queda da saturação de oxigênio no sangue e despertares.

Exame indolor e muito utilizado para se tratar os distúrbios respiratórios do sono (síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono). 

Esse exame geralmente é solicitado após se ter feito uma polissonografia basal.

 

Potencial auditivo P300

Esse exame tem o objetivo de avaliar as áreas auditivas cerebrais relacionadas com a capacidade de aprendizado (função cognitiva), memorização e atenção. Ele é muito usado em alunos com distúrbios de aprendizagem, idosos com demências e pacientes com dificuldade de entender a fala.

Serve tanto para diagnóstico como para controle de evolução e tratamento.

O paciente fica acordado e prestando atenção para contar estímulos sonoros que lhes são oferecidos ocasionalmente.

O aparelho registra a onda elétrica gerada quando o paciente conta os estímulos sonoros e o examinador interpreta se a mesma é normal.

O paciente deve ser apto a contar ou acusar a ocorrência dos sons emitidos.

 

Teste do Glicerol

O que é o teste?
Esse exame é realizado para avaliar a hidropisia endolinfática (presença de edema no labirinto provocado pela doença de Menière).

Sua finalidade:
Confirmação do edema do labirinto e pós-operatório de cirurgias do labirinto.

Como é realizado?

O teste é realizado em jejum e o paciente ingere durante a realização do exame, uma substância denominada de glicerol. Primeiramente realiza-se uma audiometria (com o paciente em jejum de 10 a 12 horas), logo após administra-se o glicerol, aguarda-se um período de tempo e se repete a audiometria, após mais um período de tempo, repete-se outro teste audiométrico.

Requisitos para realizar o exame:
O paciente deve estar em jejum e ter condições de entender e responder a audiometria.

Indicação:
Pacientes portadores de quadro vertiginoso severo com zumbido auricular e perda ou flutuação da audição, associados a plenitude auricular (sensação de orelha tampada)

 

Audiometria de Observação Comportamental

Trata-se de um dos procedimentos utilizados para avaliar crianças de 0 a 24 meses, é rápido, indolor, não é invasivo.

Sua finalidade:

  • Fornecer pistas de informações sobre o desenvolvimento global e principalmente o comportamento auditivo esperado para faixa etária da criança,
  • Auxiliar o diagnóstico da deficiência auditiva e outros distúrbios associados.


Como é realizado?


Esse exame é realizado numa sala acusticamente tratada e com um Kit Auditivo composto por brinquedos e instrumentos musicais pedagógicos, previamente selecionados e mensurados pelo INMETRO. São apresentados estímulos vocais e instrumentais para criança e o examinador observa as mudanças de comportamento da criança (movimentos corporais dos membros, da cabeça em procura e/ou localização da fonte sonora, contração do músculo orbicular do olho como piscar, etc) frente a esses estímulos para posterior elaboração do relatório da avaliação audiológica.

Requisitos para realizar o exame:

A criança fica posicionada no aconchego do colo da mãe (pai ou cuidador/acompanhante) e deve estar calma e acordada.

Indicações:

  • Suspeita de perda auditiva pré, peri ou pós-natal da criança.
  • Triagem em maternidades e creches.
  • Auxiliar na informação de problemas neuropsicomotores.
  • Parte integrante da bateria de testes para bebês nascidos prematuramente e que sofreram internação hospitalar, principalmente na UTI.

 

Audiometria Infantil

O que é o teste?
Esse teste é utilizado para avaliar a função auditiva, normalmente realizado em uma sessão, se necessário, agenda-se retorno, é indolor, não é invasivo. São utilizadas técnicas lúdicas para envolver a criança no ambiente de testagem.

Sua finalidade:
Determinar os níveis mínimos de respostas da criança para os estímulos sonoros. Fornece informações como o tipo e o grau da perda auditiva.

Como é realizado?
Pode ser realizado com fones ou sem fones (em campo livre). São apresentados sons para criança, que ao percebê-los encaixa uma peça no brinquedo pedagógico ou aperta um botão.

Requisitos para realizar o exame:
A criança deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente e estar calma e atenta.

Indicações:

  • Informações sobre o desenvolvimento normal da audição, da fala e da linguagem.
  • Detectar deficiência auditiva leve, moderada, severa ou profunda, o mais precocemente possível.
Auxiliar no diagnóstico da deficiência auditiva e no processo de reabilitação auditiva.

 

Audiometria Ocupacional

O que é o teste?

Esse teste é utilizado para avaliar a função auditiva, é rápido, indolor, não é invasivo.  É previsto pelas leis trabalhistas de acordo com os critérios propostos pela NR-7

Sua finalidade:

Determinar a menor intensidade de estímulos sonoros que o indivíduo consegue perceber. Detectar o tipo, o grau, assim como a evolução da Perda Auditiva  Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados (PAINPSE). Sendo muito útil para rastrear, direcionar e definir metas preventivas no ambiente laboral.

Como é realizado?

São apresentados sons através de fones  e de um vibrador ósseo. Ao perceber o som, o examinado deve apertar um botão.

Requisitos para realizar o exame:

  • O trabalhador deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.
  • O trabalhador deve estar em repouso auditivo conforme os critérios preconizados pela Portaria 19 (NR-7).


Indicações:

  • Exame admissional, demissional e periódico (conforme determinação do programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO).
  • Rastreamento e evolução da PAINPSE.
  • Diagnóstico diferencial da Alteração Temporária de Limiar Auditivo (ATLA).

Rastreamento e evolução da PAINPSE.

 

Audiometria Tonal

O que é o teste?
Esse teste é o mais utilizado para avaliar a função auditiva, é rápido na grande maioria das vezes, é indolor, não é invasivo.

Sua finalidade:
Determinar a menor intensidade de estímulos sonoros que o indivíduo consegue perceber. Fornece informações como o tipo e o grau da perda auditiva.

Como é realizado?
São apresentados sons através de fones e de um vibrador ósseo. Ao perceber o som, o paciente deve apertar um botão.

Requisitos para realizar o exame:
O paciente deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.

Indicações:
Esse é um dos testes da avaliação básica da audição, indicado para quem apresenta diminuição da audição, perda auditiva, zumbido, tontura, sensação de "ouvido tampado" (plenitude aural). Sua realização é imprescindível para o diagnóstico, controle da evolução e tratamento que afetam as doenças da audição.

 

Audiometria Vocal

O que é o teste?
Esse teste ocupa um lugar importante na avaliação da audição, é rápido, indolor, não é invasivo, tem diversos objetivos e também é denominado por Logoaudiometria. Os testes básicos para essa avaliação são: detecção de limiar de recepção de fala (LRF) e detecção do índice de reconhecimento de fala (IRF).

Sua finalidade:

Avaliar a capacidade do indivíduo examinado para compreender a fala.

Como é realizado?
As palavras são apresentadas ao paciente através de fones e o mesmo deverá repeti-las ao ouvir.

Requisitos para realizar o exame:
O paciente deve compreender o teste, para respondê-lo adequadamente.

Indicações:

  • Medir a capacidade de o indivíduo examinado detectar e discriminar a fala, através da porcentagem de acertos.
  • Colaborar com a hipótese diagnóstica, detecção de perdas auditivas, indicação de prótese auditiva (AASI - Aparelho de amplificação Sonora Individual) e outros.


Na criança:
Também pode ser realizado com gravuras, figuras ou brinquedos.

 

BERA - Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico

O que é o teste?
Esse teste é objetivo (não depende da resposta do paciente) e avalia a integridade funcional das vias auditivas nervosas (nervo auditivo) desde a orelha interna até o córtex cerebral. O exame é indolor e não invasivo.

Sua finalidade:

  • Determinar se existe ou não perda auditiva e precisar seu tipo e grau.
  • Estimar se a perda auditiva detectada na audiometria tonal é decorrente de uma lesão na cóclea, no nervo auditivo ou no tronco encefálico.
  • Pesquisar integridade funcional nas vias auditivas do tronco encefálico.


Como é realizado?

  • A pele atrás das orelhas e na testa é limpa com pasta abrasiva e são fixados eletrodos (com uma fita adesiva antialérgica) nestes locais e ainda são colocados fones.
  • O paciente fica deitado, o mais tranqüilo e relaxado possível, com os olhos suavemente fechados e recebe estímulo sonoro através dos fones.
  • Sempre que o nervo auditivo e as estruturas do tronco encefálico forem ativados pelo estímulo sonoro, é gerada uma quantidade mínima de eletricidade que é captada pelos eletrodos, registrada no equipamento e interpretada pelo examinador.


Requisitos para realizar o exame:

  • O paciente deve estar deitado, o mais imóvel possível (para que não haja interferência no traçado do exame).


Na criança:
A criança deverá estar dormindo, pois qualquer movimento interfere na resposta elétrica e inviabiliza sua interpretação.

Indicações:

  • Diagnóstico precoce da perda auditiva na criança de qualquer idade, ou mesmo adultos, pessoas nas quais não tenha sido possível realizar uma testagem subjetiva confiável.
  • Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de hiperbilirrubinemia neonatal.
  • Queixa de zumbido.
  • Auxiliar na informação de problemas no nervo auditivo ou tronco encefálico (retrococleares).
  • Detecção de tumores do nervo auditivo.
  • Nas afecções como: esclerose em placas, leucodistrofias, doença de Alzheimer e tumores intracranianos da fossa posterior.
  • Confirmação e monitoramento nos limiares da audiometria tonal das perdas induzidas por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).
  • Monitorização de cirurgia da fossa craniana.
  • Monitorização em pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI), em coma ou sedados, com o objetivo de avaliar o prognóstico do paciente e também como auxiliar do diagnóstico da morte cerebral (principalmente em pacientes doadores de órgãos).

Avaliação da audição em crianças e adultos "difíceis" de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

 

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Audiometria de Campo
Audiometria tonal
Audiometria vocal
Bera

Citologia nasal

Eletrococleografia
Emissão Otoacústica (EOA)
Estudo P-300

Imitanciometria
Pesquisa do fenômeno de Túlio
Polissonografia para Adultos
Polissonografia para Crianças
Processamento Auditivo Central (PAC)
Provas da função tubária
Reabilitação vestibular ou labiríntica

Teste de prótese auditiva
Terapia - FONOTERAPIA E FISIOTERAPIA VESTIBULAR
Vectoeletronistagmografia (Vecto ou Veng)
Vídeo-nasolaringoscopia
Vídeo-laringoscopia com estroboscópia
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